terça-feira, 3 de dezembro de 2019

Confirmadas escolas que vão receber o modelo cívico-militar em Santa Catarina


EEB Professor Ângelo Cascaes Tancredo, em Palhoça, é uma das escolhidas (Foto: Ricardo Wolffenbuttel/ Secom)
EEB Professor Ângelo Cascaes Tancredo, em Palhoça, é uma das escolhidas (Foto: Ricardo Wolffenbuttel/ Secom)



Depois de o governo federal confirmar as cidades escolhidas para receber o modelo cívico-militar em Santa Catarina, agora o Ministério da Educação anunciou as quatro unidades que vão operar dentro do projeto a partir de 2020. As estruturas ficam em Biguaçu, Itajaí, Chapecó e Palhoça. Três delas são estaduais e uma da rede pública municipal.

Veja abaixo:

EEB Professor Ângelo Cascaes Tancredo, em Palhoça (rede estadual)

EEB Emérita Duarte Silva e Souza, em Biguaçu (rede estadual)

Escola Básica Melvin Jones, em Itajaí (rede municipal)

EEB Professora Irene Stonoga, em Chapecó (rede estadual)

A confirmação foi feita pelo ministro da Educação, Abraham Weintraub, em vídeo divulgado pela deputada federal catarinense Caroline de Toni (PSL), nesta terça-feira. Até 2023, o governo federal quer implantar 216 escolas dentro do modelo cívico-militar.

Um dos requisitos é que ao menos 26 militares das Forças Armadas – 20 praças e 6 oficiais – morem na cidade. Policiais e bombeiros militares estaduais também poderão integrar o projeto. Outro critério é a necessidade de a escola estar instalada em área de vulnerabilidade social. Além disso, a comunidade escolar precisa aprovar a proposta.

O trabalho dos militares internamente será de disciplina. A estrutura escolar continua sendo administrada pelos profissionais da rede de educação, seja ela municipal ou estadual. A adesão ao programa é voluntária. Florianópolis, por exemplo, decidiu não aderir ao projeto neste momento.

As unidades vão receber R$ 1 milhão por escola para a aplicação do modelo. Em 2020 vão ser R$ 54 milhões no país inteiro. Pela proposta, policiais e militares federais da reserva poderão atuar nas escolas com o papel da disciplina, diferentemente do projeto de escola militar que existe em Santa Catarina, por exemplo. Neste caso, toda a gestão é feita pela PM.
Fonte: NSC

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