quinta-feira, 1 de agosto de 2019

SC tem 202 pontos mapeados para instalação de radares em rodovias federais

Santa Catarina tem 202 pontos mapeados pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) em rodovias federais que podem ser contemplados com a instalação de radares, conforme acordo validado pelo Justiça Federal com o para Governo Federal na terça-feira (30).

A validação foi feita entre o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) e o Ministério Público Federal (MPF) para a instalação de 1.140 novos radares para monitorarem 2.278 faixas de rodovias federais não concedidas à iniciativa privada.

Segundo o Dnit, os locais escolhidos são frutos de um estudo feito em 2016. Santa Catarina seria o estado que mais receberia radares. Minas Gerais, o segundo mais contemplado, tem 121 pontos mapeados para instalação.

No entanto, como devem ser priorizado trechos efetivamente necessários e de caráter educativo, o número final de radares ainda poderá ser redefinido. Ainda não há definição de investimento para as estruturas.

Pontos mapeados para radares em SC

Rodovia                     Radares previstos

BR-282                            80
BR-101                            57
BR-470                            35
BR -280                           16
BR-163                             7
BR-153                             6
BR- 158                            1

Na sentença judicial de terça-feira da juíza Diana Wanderlei, da 5ª Vara Federal em Brasília, o Dnit tem um prazo de 2 meses após a homologação do acordo para apresentar estudos e instalar os radares em pontos de risco médio, alto e muito alto de áreas urbanas e altos e muito altos nas áreas rurais.

Os novos radares farão o monitoramento de faixas em rodovias federais não concedidas à iniciativa privada, ou seja, não cobrirão rodovias estaduais, municipais ou federais administradas por empresas contratadas.

A medida vai contra contra a suspensão de instalação desses equipamentos definida pelo presidente Jair Bolsonaro. Foram quase 4 meses entre a decisão do governo e o acordo na Justiça.


Fonte: G1/SC.

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