terça-feira, 21 de novembro de 2017

Exército ocupa fronteira na divisa de SC com a Argentina e realiza operação

Exército fará revistas em veículos durante Operação Ágata no Oeste de SC (Foto: Sionir Rafael Mujica de Almeida/Divulgação)
O Exército, com o apoio de outros órgãos da segurança pública, faz uma operação na fronteira de Santa Catarina para prevenir e reprimir crimes transfronteiriços e delitos ambientais. Os militares começaram a atuar nesta segunda-feira (20), segundo a 14ª Brigada de Infantaria Motorizada. A chamada Operação Ágata também ocorre no Paraná e Mato Grosso do Sul.

Entre os crimes de fronteira a serem combatidos estão o tráfico de drogas, descaminho de armas, mercadorias e combustíveis e a extração ilegal vegetal e mineral, enumerou o chefe da Seção da Comunicação Social da 14ª Brigada de Infantaria Motorizada, tenente-coronel Arílson Pinheiro Paiva.

Na operação, serão feitos postos de bloqueio em rodovias, revistas em veículos, patrulhamento de vias por terra e ar, com aeronaves do Exército, com atuação de 800 militares e 60 viaturas do Exército, informou o chefe da Seção da Comunicação Social da instituição.

Em Santa Catarina, o Exército atua no Oeste, desde o município mais ao Norte na fronteira, Dionísio Cerqueira, até o mais ao Sul, Itapiranga, cobrindo 140 quilômetros. Além disso, a operação abrange a distância legal da fronteira de 150 quilômetros no interior, em uma área total de 21 mil quilômetros quadrados, segundo o chefe da Seção da Comunicação Social.

Operação por tempo indeterminado

Não há data de término para os trabalhos. “A expectativa é verificarmos a evolução das ações operativas. Não tem data definida, vai perdurar o tempo necessário até que o comando entenda que foi logrado o êxito previsto para a operação”, explicou Arílson Pinheiro Paiva.

Também há cooperação de outros órgãos da segurança pública, como Polícia Rodoviária Federal, Receita Federal, Polícia Federal, Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), Secretaria de Estado da Segurança Pública, polícias Militar e Civil e Corpo de Bombeiros.

Fonte: Éder Luiz

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