quinta-feira, 21 de setembro de 2017

Não há previsão para implantar UTI Neonatal no Hust

Foto:Diretor do HUST utilizou a tribuna da Câmara de Vereadores
O projeto de uma UTI Neonatal para o Hospital Universitário Santa Terezinha (Hust) de Joaçaba está sendo finalizado pela própria entidade. No entanto, não há, até o momento, nenhuma sinalização positiva por parte do governo do estado e do governo federal em relação ao assunto.

“O governo não tem dinheiro novo para novas habilitações”, disse o diretor do HUST, Alciomar Marin, ao utilizar da tribuna da Câmara de Vereadores em sessão de terça-feira (19). Ele esteve na Câmara a convite do presidente Chico Lopes. Também assinaram o requerimento para a vinda de Marin os vereadores Almir Pastori, André Dalsenter e Sergio Favretto.

Ainda sobre a UTI neonatal, Marin disse que não é possível criar expectativas pois, se trata de um novo serviço, cujo processo deverá passar por várias instancias, tanto na esfera estadual como federal.

O diretor do hospital apresentou dados sobre a instituição que atende uma população de cerca de 55 municípios da região e que soma 650 mil habitantes. O HUST tem hoje 154 leitos, aproximadamente 80%  deles destinados aos pacientes do Sistema Único de Saúde, o SUS. Ainda, segundo Marin, a maior parte da receita do hospital, também cerca de 80% é gerada pelo SUS. Somente no primeiro semestre deste ano foram realizadas 3.765 cirurgias sendo que 2.508 foram através do Sistema Único de Saúde. O diretor falou dos projetos do hospital e da recente conquista do serviço de radioterapia, cujo serviço tem previsão para estar disponível em 2019.

O presidente Chico Lopes disse que os vereadores programam uma visita ao hospital para breve e pediu que as demandas da entidade sejam encaminhadas ao Poder Legislativo para que os vereadores também possam colaborar para que as mesmas sejam atendidas através do Poder Executivo municipal, estadual e do governo federal.

Marin respondeu a questionamentos dos vereadores e lembrou que praticamente todos os recursos que o hospital recebe do governo estadual e federal são direcionados para determinados tipos de investimentos, não possibilitado que a entidade escolha a forma mais conveniente ou necessária para investir. “Todos os recursos são bem vindos mas, temos que seguir as normas do convênio”, ressaltou ele.



Fonte: Adriana Panizzi/Assessoria de Comunicação

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