quarta-feira, 10 de agosto de 2016

Joaçabense procura mãe biológica de Lebon Régis

Foto: Marieli Falavinha (Reprodução Facebook)
Uma jovem de Joaçaba está a procura de sua mãe biológica, porém não possui nenhuma informação sobre ela. Marieli Falavinha foi adotada por uma joaçabense assim que nasceu no dia 24/12/1988 no Hospital e Maternidade Santo Antônio de Lebon Régis.

A mãe adotiva, Marilde Falavinha, nem mesmo conheceu a mulher, apenas ficou sabendo, através de uma freira, que ela trabalhava na colheita de maçãs e não tinha condições de criar a criança, pois tinha muitos filhos e um marido com problemas com álcool.

Marieli guarda até hoje o cartão do berçário (foto abaixo), sua única recordação de uma vida que não viveu. Ela foi registrada em Joaçaba e conviveu com sua mãe adotiva, a quem chamou de “mãe de coração”, até os 13 anos. Marilde acabou morrendo vítima de câncer. “Ela nunca me escondeu o fato de ser adotada. Desde cedo me contou que era solteira, morava com a irmã e tinha o sonho de ser mãe”, lembra Marieli, que foi criada pela tia após a morte da mãe adotiva.

A freira chegou a comentar que a mãe biológica se arrependeu e procurou o hospital dias depois, mas ninguém soube informar qual foi o destino de sua filha. “Aqui sou filha única, mas sei que em algum lugar tenho irmãos e até um pai”, disse Marieli.

Ela conta que após ter um filho tomou coragem de procurar a mãe biológica. “Agora que sou mãe, consigo entender quanto amor ela teve que ter para abrir mão de mim. Antes tinha medo de saber o que iria encontrar”. Marieli disse que ligou para o hospital, mas informaram que não há informação, pois guardam os registros por 23 anos. “Tem um buraco dentro de mim, como se fosse uma sombra. Eu não me vejo em ninguém da minha família. Não sei quem me trouxe ao mundo”, lamentou.

Marieli Falavinha está pedindo a ajuda de alguém que resida, ou que possa ter morado em Lebon Régis na época. “Pode ser que alguém conheça minha mãe, que tenha ficado sabendo do caso. Essa é minha única esperança, pois não vejo outra forma de conseguir reencontrá-la”, concluiu. Se você pode ajudar, entre em contato: (49) 9934-6542.

Fonte: Portal Caco da Rosa



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