quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Gasolina pode aumentar

Combustível poderá custar R$ 3,20 na região



Preço da gasolina pode ter aumento de 8%.

(Foto: Giuliano Pedroso - Diário do Vale)




A notícia é dada como certa por vários especialistas econômicos e financeiros. Prepare o bolso, pois o aumento pode variar de 6% a 8%, mas a recente ata do Comitê de Política Monetária (Copom), divulgada no final de agosto, indicou espaço de aumento de 5% para os combustíveis. 

Com os preços defasados em relação ao mercado internacional em torno de 30%, tanto para a gasolina como para o diesel, a Petrobras vem perdendo cerca de R$ 1 bilhão por mês para importar os combustíveis a preço internacional mais alto do que revende no mercado interno.

No final de agosto, o governo negou que a presidente Dilma Rousseff tenha discutido reajuste nos preços da gasolina e do diesel. Após apelos da Petrobrás por aumento nos preços da gasolina e do óleo diesel, e diante das perdas geradas à companhia pela escalada do dólar, integrantes do governo federal já dão como certo um reajuste ainda neste ano. Não há definição nem de percentual nem de quando exatamente o aumento será concedido. “As perdas se acumulam a cada mês. Por ser uma empresa do Governo Federal e também ser o país ser o principal acionista, ele pode segurar o aumento. Mas isso deve acontecer nos próximos dias”, analisa o assessor financeiro, Ricardo Antonello.

No posto Amigão no centro de Joaçaba, o litro da gasolina comum custa R$ 2,85, já estabelecimento situado, no bairro Vila Pedrini, a gasolina aditivada é de R$ 2,75, enquanto o etanol custa R$ 2,29. Recentemente na realização do Dia do Feirão do Imposto, cerca 800 litros foram comercializados ao valor de R$ 1,32, aonde só o valor de imposto da gasolina chega a 53,03%. “Para o consumidor sempre gera uma perda. Mas para o governo federal, o aumento da gasolina está sendo adiado devido à inflação, já que o aumento do combustível reflete diretamente ao reajuste de transporte e logística”, explicou Antonello.

Para Maurício Brollo, (23), empresário do ramo da comunicação, que percorre em média 1.500 quilômetros todos os meses, explica esse o valor gasto com combustível tem impacto nos valores cobrados de serviços de filmagens e fotografias, por exemplo. “São R$ 700,00 todos os meses de gasto de combustíveis, para quem usado o carro é bem caro. Nas cidades, por exemplo, meu automóvel faz 7 km de média, na estrada até 15 km de média, tudo é complicado na hora de oferecer os produtos, e o preço do combustível inflaciona nosso trabalho”, reclama o empresário.

Fonte: Giuliano Pedroso - Diário do Vale

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