sábado, 30 de julho de 2011

Suspenso processo de cassação do vice-prefeito de Joaçaba

Decisão foi tomada nesta semana pelo Tribunal de Justiça do Estado

Com base em um agravo concedido pelo Tribunal de Justiça de Santa Catarina, foi suspenso o processo de cassação contra o vice prefeito de Joaçaba, Joventino de Marco.

Uma liminar foi concedida pelo TJ nesta semana com base em um novo mandado de segurança impetrado pelos advogados de Joventino. O juiz de Joaçaba negou a liminar, mas um agravo no tribunal suspendeu o processo somente com relação ao vice prefeito.

No agravo enviado ao tribunal, os advogados solicitavam a suspensão baseada em supostas irregularidades na formação da comissão processante e no procedimento adotado para cassação do vice prefeito. Outro motivo alegado é que o prazo para defesa seria muito pequeno , apenas 10 dia para se defender sem que tenha conhecimento da íntegra dos autos da CPI.

Em sua decisão o Desembargador Rodolfo C. R. S. Tridapalli, descreveu da seguinte maneira a questão:

“... Só para constar, não se admite que - nesta fase de defesa prévia – o Agravante seja prejudicado ficando a mercê de futura nulidade do procedimento.

Com efeito, mostra-se evidente que a manutenção do prazo para apresentação de defesa prévia sem que tenha acesso a toda documentação e eventual continuidade no processo de cassação irá submeter o Impetrante ao desgaste que poderá ser ineficaz diante da eventual ilegitimidade para responder na condição de vice-prefeito.

Presente, pois, o receio de grave lesão e a relevância da fundamentação.

Dessa feita, evidenciado os pressupostos legais, concedo o efeito suspensivo ativo para determinar a suspensão do prazo de defesa-prévia, conforme notificação n. 002/2011 (fl. 67), até decisão em contrário”.


Joventino de Marco foi apontado pela CPI da Agricultura, formada para investigar supostas irregularidades no uso de máquinas em propriedades particulares, como responsável por tais atitudes. A abertura do processo de cassação contra ele e o prefeito Rafael Laske foi aprovada por maioria dos vereadores presentes a sessão.

O vice prefeito e seus advogados preferem ainda não se manifestar sobre o assunto.
Fonte: ederluiz.com

sexta-feira, 29 de julho de 2011

HO - Polícia recaptura foragido

Homem responde por vários crimes

A Polícia Civil de Herval d´Oeste recapturou nesta quinta-feira, 28, um homem que estava foragido da penitenciária de Chapecó. Júlio César de Souza, conhecido como negão, responde por roubos, furtos, homicídio, ameaças, lesões corporais, violência doméstica, coação no curso de processo e envolvimento com tráfico de drogas. A prisão aconteceu por volta de 17:30h.

Júlio havia deixado a penitenciária beneficiado pela justiça com a saída de sete dias e no oitavo dia acabou recapturado. No dia anterior, a equipe de investigação já havia encontrado um pequeno torrão de maconha nas malas abandonadas por Julio na casa de sua ex-mulher. No momento da prisão ele estava na Rua João de Carvalho, no bairro nossa Senhora Aparecida em Herval D'Oeste.

Fonte: ederluiz.com 

Polícia apreende produtos falsificados em Capinzal

A Polícia Civil de Capinzal dão continuidade a fiscalização em bares e similares, quando na tarde desta quinta-feira (28), oito estabelecimentos foram flagrados funcionando em desacordo com o estipulado no Alvará Policial. Todos os responsáveis foram advertidos verbalmente em relação a irregularidade constatada. Em um dos estabelecimentos vistoriados na Vila Sete de Julho foram encontrados produtos sob suspeita de violação de direito de marca. Foram apreendidos 18 pares de tênis que serão encaminhados ao IGP para confirmar ou não a suspeita de falsificação. Participaram das Diligências os Agentes Diego Lazzarotto, Fernando Kostycha, Grégori Fernandes, Odair Bellini e o Delegado André Luis Cembranelli Barbetta.

Fonte: Rádio Capinzal 

Um caso “exemplar” : quem disse que Internet é Terra de Ninguém ?

Quem disse que internautas podem publicar agressões gratuitas ? A Justiça diz que não !

Por Geneton Moraes Neto - G1

Guardei silêncio durante dez meses sobre uma ofensa intolerável que me foi feita no Twitter, um dos territórios livres da Internet. Eu poderia sair atirando petardos virtuais contra quem me agrediu, mas preferi recorrer à Justiça. Queria criar um precedente que considero importante: não, ninguém pode usar a Internet ( nem que seja um mero tweet – uma frase de míseros 140 caracteres) para atacar os outros impunemente. Não pode. No pasarán !

A boa notícia é que a Justiça, afinal, se pronunciou – a meu favor. Respiro aliviado. Fiz a minha parte: queria provar que não, Internet não é lixeira. Se alguém escreve um absurdo ( não importa que seja numa página lida por três gatos pingados ) , deve responder por ele. Por que não ? Eu não poderia ficar calado.

Resolvi adotar como lema o verso bonito de “Consolo na Praia”, aquele poema de Carlos Drummond de Andrade : “À sombra do mundo errado, murmuraste um protesto tímido”. É o que tentei fazer – em 99% dos casos, sem qualquer resultado. Neste caso, ao murmurar meu “protesto tímido”, tentei, na verdade, defender o bom Jornalismo na selva da Internet. O bom Jornalismo ! Tão simples: é aquele que, entre outras virtudes, não comete calúnia nem injúria nem difamação. Diante do pronunciamento da Justiça, tive vontade de gritar: é gol ! O Jornalismo venceu.

Pequeno esclarecimento aos caríssimos ouvintes : ao contrário do que o grito de gol imaginário possa sugerir, minha relação com o Jornalismo é profundamente acidentada. Detalhes no final do texto (*)

O fato de me julgar um perfeito alienígena no Planeta Jornalismo não me impede de defender o Jornalismo na hora em que as tropas inimigas se aproximam. Bem ou mal, é a atividade que, já por tanto tempo, consome minhas parcas energias. Lá vou eu, então, para a Sala de Justiça.

A Internet é a maior invenção dos últimos séculos ? É provável que seja. Quem imaginaria a vida sem um terminal de computador ? Quase ninguém. Hoje, qualquer um pode criar, em um minuto, uma conta no Twitter ou no Facebook ou no Orkut ou num hospedeiro de blogs para se manifestar sobre o que bem entender. Em questão de segundos, qualquer texto, qualquer imagem, qualquer frase,qualquer pensamento podem ser replicados incontáveis vezes. Eis a oitava maravilha do mundo!

Em meio a tantas maravilhas, uma dúvida vibra no ar : que proteção existe contra o internauta que usa o Twitter, por exemplo, para atingir a honra alheia ? Agora, posso dizer: a Justiça. Há uma dificuldade: nem sempre é fácil localizar o autor da ofensa. A autoridade judiciária me disse – com razão – que a Justiça talvez não tenha como localizar e intimar um agressor que se esconde sob pseudônimo na imensa floresta da Internet. Se o autor é “encontrável”, pode acabar “nas barras dos tribunais”, como se dizia.

Em resumo: abri um processo por calúnia, injúria e difamação contra o autor de um comentário ofensivo publicado no Twitter. O que dizia o comentário estúpido ? Que eu simplesmente tinha “roubado” de um trabalho de conclusão de curso de alunos de Jornalismo as perguntas que fiz a Geraldo Vandré, o compositor que resolvera quebrar o silêncio depois de passar trinta e sete anos sem dar entrevista para TV. É óbvio que, diante da chance raríssima, fui – voando – ao encontro do enigmático Vandré. Que jornalista não teria a curiosidade de ouvir um grande nome que sumira do mapa por tanto tempo ? Mas a última coisa que eu faria, na vida, seria “roubar” perguntas de quem quer que seja.

A entrevista foi ao ar na Globonews, em setembro de 2010 ( aqui, o link para o vídeo completo: http://goo.gl/qp4v7 ). Diante da ofensa publicada no Twitter, parti para a briga. O juiz remeteu o processo ao Ministério Público. O passo seguinte: uma audiência preliminar no Quarto Juizado Especial Criminal, no Leblon, às 14:45 da terça-feira, vinte e seis de julho do ano da graça de 2011.

Não tinha sido difícil achar o autor da ofensa publicada no Twitter: é um jornalista que trabalha numa emissora de rádio importante de São Paulo. Imagino que tenha poucos anos de formado. Salvo algum desvio, deverá ter uma carreira pela frente. Vou, aqui, ter um gesto de “magnanimidade” que o autor da agressão não teve para comigo: não vou citar nomes, para não prejudicá-lo nem deixar rastros na Internet. Idem com a mulher que repetiu a ofensa e chamou a entrevista de “farsa” num comentário enviado a um site ( neste caso, a dificuldade citada pela autoridade judiciária se confirmou: não foi possível localizá-la). Também não vou citar, aqui, o nome desta pobre coitada. Tenho perfeita noção de como funciona este circo: qualquer referência que “caia na rede” virá sempre à tona a cada vez que alguém fizer uma busca no Google…

A citação dos nomes envolvidos no processo 0336624-21.2010.8.19.0001, em última instância, nem é indispensável. O que vale, neste caso, é o exemplo, a situação, a tentativa ( bem sucedida !) de abrir um precedente.

Chegou a hora da audiência. O sistema de alto-falantes do Quarto Juizado Especial Criminal chama os envolvidos no caso. Sou citado como vítima. Dentro da sala, o clima era de constrangimento absoluto. O autor da agressão no Twitter tinha vindo de São Paulo, acompanhado de um advogado : estava sentado do outro lado da mesa, diante de mim. Ao meu lado, estava o advogado Marcelo Alfradique.

Sem falsa modéstia, sou um orador que, num julgamento generoso, poderia se situar na tênue fronteira entre o ruim e o péssimo. Não me arriscaria a falar de improviso, mas não queria de maneira alguma perder a chance de marcar posição. Rabisquei, então, o que eu gostaria de dizer diante de uma autoridade da Justiça e de quem usou o Twitter para cometer uma agressão intolerável.

Pedi a palavra. Já engoli sapos monumentais, gigantescos, monstruosos ao longo da vida. Mas, ali, era hora de soltar os cachorros:

“Quero dizer que, para mim, o fato de estar aqui é constrangedor. É a primeira vez que processo alguém. Fiz questão absoluta de recorrer à Justiça porque somente a Justiça poderia dar uma lição que me parece indispensável : ninguém pode usar impunemente a Internet para escrever o que quiser e agredir a honra alheia. Uma das obrigações do jornalista é usar as palavras com toda precisão possível. Se escrevo que alguém “roubou” alguma coisa, eu o estou chamando de “ladrão”. Ponto. Quem comete uma farsa é um farsante. Ponto. Fui chamado – portanto – de ladrão e farsante pelo crime de ter feito uma entrevista com Geraldo Vandré! O caso é tão absurdo que nem vale a pena entrar em detalhes”.

“O que aconteceu ? Uma jornalista me enviou um trabalho de conclusão de curso sobre Geraldo Vandré. Meses depois, fui escalado, às pressas, na TV, para gravar uma entrevista com ele. A produtora Mariana Filgueiras conseguira marcar uma entrevista com Vandré, no dia em que ele completava setenta e cinco anos de idade. Eu nem tinha lido o trabalho enviado pela estudante, por pura falta de tempo. Todo o mérito da obtenção da entrevista com Vandré, aliás, cabe à produtora, algo que digo com toda clareza no texto do programa. A produtora, igualmente, não tinha lido o trabalho”.

“Quando a entrevista foi ao ar, na Globonews, fui acusado publicamente – ou seja: através da Internet – de ter “roubado” as perguntas do trabalho escolar que me fora enviado. Como se, depois de quase quarenta anos de profissão, eu precisasse recorrer a um trabalho escolar para fazer as perguntas de uma entrevista ! Comecei a trabalhar cedo, aos dezesseis anos de idade, em 1972. Perdi a conta das entrevistas que fiz – com presidentes da República, políticos, artistas, escritores, atletas, gente anônima e famosa, aqui e no exterior. Nunca – repito: nunca, jamais, em tempo algum – fui acusado de falta de ética ou de imprecisão ou de “roubar” o que quer que seja”.

“Não quero fazer bravatas. Mas agora, diante de uma autoridade, nesta sala de Justiça, quero declarar oficialmente o seguinte : se o autor da agressão provar que “roubei” perguntas seja de quem for, ao longo desses trinta e nove anos de profissão, eu assino um documento legal transferindo para ele tudo o que eu vier a receber como pagamento por minha atividade profissional de hoje até o fim da minha vida. Isso não é uma bravata. É um compromisso”.

“Fui chamado – em público – de ladrão e farsante. Fiquei em silêncio até agora. Não escrevi nada sobre o ataque porque preferi aguardar a palavra da Justiça. Se eu chamasse publicamente os autores da agressão de “ladrões da honra alheia”, estaria usando a mesmíssima arma que usaram contra mim, irresponsavelmente. Não”.

“Para ilustrar o absurdo da situação : em 2005, como editor-chefe da revista Almanaque Fantástico, publiquei uma reportagem sobre Geraldo Vandré, escrita por um colega de redação, Alberto Villas. Se eu quisesse cometer uma ignomínia igual à que foi cometida contra mim, eu poderia acusar os autores do trabalho de escolar de terem “roubado” a pauta da revista do Fantástico. Mas eu não seria tão estúpido”.

“Uma ofensa cometida na Internet se multiplica rapidamente. Depois da publicação da ofensa no Twitter, “x” – que não conheço – escreveu numa caixa de comentários de um site o seguinte: “Existe um livro do qual o repórter está de posse e do qual foram “sugadas” as perguntas”. Logo depois, um ex-cineasta chamado “x” insinuou, com ironia, que minha entrevista foi “inspirada” no trabalho dos alunos….Ou seja: repassaram a calúnia” ( aqui, omito nomes)

“Isso virou ponto de honra para mim ! Faço questão absoluta de que os autores da ofensa provem que sou ladrão de perguntas e farsante. O patrimônio profissional mais valioso que um jornalista pode obter é a credibilidade. Isso é conquistado em anos, anos e anos de trabalho duro e dedicação. É uma questão de caráter, também. Não posso aceitar, sob hipótese alguma, que algo conquistado com tanto esforço, com tantas madrugadas de trabalho, com tantos fins de semana – em que eu deveria estar convivendo com meus filhos - seja atacado de maneira tão irresponsável. Não, não e não. Não me interessam desculpas. Não, não e não. Não me interessam recompensas financeiras. Não, não e não. Se houver, que seja doada à escola mais necessitada do sertão do Piauí ou à creche mais pobre da Favela da Rocinha”.

“A única coisa que, sinceramente, espero é que a Justiça mostre, a todos os blogueiros, a todos os twitteiros, a todos os internautas – a mim, inclusive - que abusos deste tipo não podem ser cometidos, impunemente, via Internet – que corre o risco de virar Terra de Ninguém. Não, não e não”.

O autor da ofensa ouviu tudo calado. Não disse uma palavra sequer. Só deu uma “justificativa”, no início da audiência: disse que tinha escrito o tweet em “solidariedade” à amiga que me enviara o malfadado trabalho de conclusão de curso sobre Geraldo Vandré. A Justiça se pronunciou. Desta vez, quem recebeu solidariedade fui eu.

Uma alternativa me foi oferecida: se eu não quisesse dar o caso por encerrado ali, poderia levar o processo adiante, para a esfera criminal. Em suma: poderia pedir uma indenização pela injúria, pela calúnia, pela difamação. Preferi dar o caso por encerrado, porque, na prática, já tinha conseguido o que queria: uma demonstração de que, no território livre da Internet, ninguém pode escrever, impunemente, contra a honra alheia.

Pelo menos neste caso, pude ver que nem sempre a Internet nem sempre é terra de ninguém. Twitter não é lixeira : é um meio de comunicação importante. Idem com o Facebook, o Orkut, os blogs – e todas as outras plataformas. O que se escreve ali pode ter consequência. Devem ser usados, portanto, com responsabilidade.

Preferi não prolongar o trabalho que estava dando à Justiça – que, como se sabe, já vive sobrecarregada. Dei-me por satisfeito.

A autoridade determinou que o autor da ofensa no Twitter prestasse vinte horas de serviço comunitário numa das instituições cadastradas no Quarto Juizado Especial Criminal – ou então fizesse um pagamento que, a bem da verdade, me pareceu simbólico: seiscentos reais. O dinheiro é recolhido pela Justiça e repassado a uma das instituições habilitadas para receber a ajuda. Detalhe: nestes próximos cinco anos, caso reincida, o autor já não poderá dispor do benefício da “transação penal” ( ou seja: uma espécie de acordo que susta a evolução do processo, como aconteceu agora ).

Terminei mostrando que agressão infundada e gratuita – ainda que seja cometida no espaço ínfimo dos 140 caracteres de um tweet, numa página com poucos seguidores – pode levar o autor a enfrentar o constrangimento de ouvir, diante de uma autoridade, palavras que ele certamente não gostaria de ter ouvido. Se pudesse escolher, eu não gostaria de ter dito. Mas, ali, eu não tinha escolha. Era “ponto de honra” : eu confiava que a Justiça iria criar um precedente.

Atenção, todos os carros; atenção, twitteiros, facebookeiros, blogueiros, orkuteiros : a tribuna da Internet é livre, mas, quando forem escrever, meçam as palavras, como fazem jornalistas responsáveis. Ou então tratem de ir preparando os cheques : as instituições de caridade cadastradas na Justiça vão agradecer penhoradamente a ajuda, ainda que forçada.

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(*) Ah, sim: como eu ia dizendo antes de ser interrompido pela narração de minha incursão pelos corredores da Justiça, minha relação com esta joça popularmente conhecida como Jornalismo é acidentada. Meu demônio da guarda me sopra de meia em meia hora, ao pé do meu ouvido esquerdo : “Get out ! Get Out ! Get out ! Bata em retirada! Baixe a cortina! O Jornalismo não é , nem de longe, o que você pensava quando chegou numa redação aos dezesseis anos de idade ! Você era um inocente imberbe, achava que fazer Jornalismo era simplesmente contar da maneira mais atraente possível o que você tinha visto e ouvido na rua, era descobrir personagens fascinantes que ninguém conhecia, era se esforçar para fazer as perguntas certas na hora certa a anônimos ou famosos, era tentar retratar da maneira mais fiel a Grande Marcha dos Acontecimentos, era olhar a vida como se fosse uma criança que estivesse vendo tudo pela primeira vez, era devorar todos os jornais e revistas que lhe caíam nas mãos para aprender com quem sabia fazer, era não deixar jamais que o veneno do engajamento político contaminasse o exercício da profissão, era ler e reler os textos dos mestres, era ter a certeza de que não existe assunto desinteressante: o que existe é jornalista desinteressado. Quá-quá-quá ! Deixe de ser estupidamente ingênuo! Jornalistas de verdade jogam notícia no lixo; criam dificuldade para tudo; apostam na mesmice mais cinzenta; deixam de publicar uma história interessante porque “a concorrência já deu”; fazem Jornalismo pensando nos outros jornalistas, não no público; pontificam sobre todos os temas do Universo; participam de campeonatos de vaidade; escorregam na autorreferência obssessiva, na pretensão descabida, no egocentrismo delirante, no exibicionismo vulgar. Os jornalistas estúpidos, feito você, acham que é tudo um absurdo indefensável. Para que, então, prolongar este equívoco ? Get out ! Get out! Get out ! Mas você não me obedece. Você, bobo, tenta preservar os sinais vitais do menino ingênuo que, lá atrás, apostou no Jornalismo. Você sabe que a tentativa é rigorosamente inútil, mas é a única coisa a fazer. Continue tentando, então. Pode ser divertido ! “ . Depois de me soprar estas palavras, num ritual que se repete há anos, meu Demônio da Guarda se recolhe, sorridente, porque tem certeza de uma coisa : quase nunca eu o obedeço, mas, no fundo, sei que ele tem toda razão )
Fonte: http://g1.globo.com

quinta-feira, 28 de julho de 2011

Caminhão tomba na 283

Um caminhão carregado de lenha tombou na SC-283, próximo à empresa Ronetran, em linha Ipiranga, no começo da manhã desta quinta-feira, 28 de julho. O veículo placas IKC-3688, de Arabutã, era conduzido por Evandro Baú da Silva, de 37 anos.

O motorista saltou do caminhão quando percebeu a falta de freios e teve apenas ferimentos leves. A carga ficou espalhada pelo asfalto. Por pouco, o veículo não atingiu um ônibus que transportava alunos. Evandro Baú da Silva foi conduzido ao Hospital São Roque de Seara. 

Fonte: Rádio Aliança

Multa para presidente do PMDB de SC é mantida

Os juízes do Tribunal Regional Eleitoral de Santa Catarina decidiram manter, na íntegra, a sentença que aplicou uma multa de R$ 5 mil ao presidente do diretório estadual do Partido do Movimento Democrático Brasileiro (PMDB), Eduardo Pinho Moreira, por ter realizado propaganda eleitoral extemporânea em inserções na televisão. O voto unânime negou provimento ao pedido recursal interposto por Eduardo Pinho Moreira referente à sentença proferida pelo então Juiz-Auxiliar Julio Guilherme Berezoski Schattschneider, no dia 28 de abril do ano passado. Na ocasião do julgamento, tal recurso não foi conhecido pelo TRESC em virtude de intempestividade, subindo ao TSE, que determinou a apreciação da peça recursal pelo TRESC. Como o recurso voltou ao TRESC após a diplomação dos novos eleitos, o processo foi redistribuído ao juiz Nelson Maia Peixoto que, juntamente com todo o Pleno, conheceu a peça recursal e a ela negou provimento, mantendo, na íntegra, a sentença recorrida. A representação contra Pinho Moreira foi interposta pelo Partido Progressista (PP), que sustentou que o político teve a clara intenção de massificar a sua imagem perante o eleitorado, através de inserções na televisão que foram deferidas pelo TSE ao diretório nacional do PMDB, com intuito de divulgar propaganda partidária. Conforme enfatizou o magistrado Nelson Maia Peixoto, no caso dos autos, a peça publicitária extrapolou os limites dos preceitos legais que definem o que cabe dentro da propaganda partidária e o que nela é expressamente vedado, pois configurou a promoção da imagem de Eduardo Pinho Moreira, com a dissimulada finalidade de apontá-lo, ao telespectador/eleitor, como a reunir qualidades essenciais para exercer função pública, antes do período autorizado em lei.

Fonte: Rádio Capinzal 

Granizo muda a paisagem em linha Tiradentes, em Concórdia

Incidência durou mais de meia hora. 










Incidência durou mais de meia hora. 

Os moradores de linha Tiradentes, interior de Concórdia, foram surpreendidos com uma forte chuva de granizo. "A chuva durou cerca de meia hora", conta a moradora Noilves Favaretto. Apesar da forte incidência, os danos não foram significativos. Na casa da família Favaretto, a antena parabólica foi danificada. Além disso, houve danos na horta e na lavoura. Segundo a moraora, resquícios do granizo ainda podem ser vistos na manhã desta quinta-feira. Em alguns locais, acumularam-se cerca de 20 centímetros de pedra.

Apesar do susto, os estragos não foram grandes. O que mais chamou a atenção dos moradores de linha Tiradente foi a mudança da paisagem, que se transformou após a incidência. Os danos só não foram maiores porque as pedras granizo não eram grandes.

O bombeiro Sergio Rizi, que tem familiares em linha Tiradentes, atendeu à ocorrência. "Como 26 anos, eu nunca tinha visto algo parecido", disse. O  granizo atingiu também as comunidades de Barra do Tigre, Lajeado das Pombas e linha Caravaggio. "Parcecia que foi desenhada aquela paisagem", finalizou Rizi.

Fonte: Rádio Rural 

Morte na BR-282


Uma colisão lateral no km 448,6 da BR-282, às 19h55 de quarta-feira, dia 27, em Ponte Serrada, resultou na morte de uma pessoa. Envolvidos na tragédia um VW Parati 1.6 City, placas MDL-6651 de Brusque, dirigida por Anderson Luiz Kreuz de 36 anos (ÓBITO); e carreta Scânia R 124 GA 4X2 NZ 400, placas MGI 4160 de Concórdia, conduzida por Luiz Hoch, 49 anos (ileso). Conforme informações colhidas pela Polícia Rodoviária Federal de Vargem Bonita, chovia forte no local e o veículo VW Parati que fazia o sentido Chapecó-Joaçaba perdeu o controle e colidiu no último rodado (eixo) do último semi-reboque do bitrem, que transitava em sua mão-de-direção. 

Fonte: Rádio Aliança 

Luzerna - Assalto frustrado: Bandidos fazem vítima refém, mas não conseguem fugir com o veículo

    A onda de violência chegou ao pacato município de Luzerna na tarde desta quarta-feira. De acordo com informações repassadas pela Polícia Militar, uma mulher, cujo nome não revelado, foi abordada por dois homens por volta das 17hs quando saia do hospital São Roque. A dupla, armada, obrigou a vítima entrar no carro, só que não conseguiram sair com o veículo, pois o mesmo é hidramático, já que a condutora é portadora de necessidades especiais. Nervosos e atrapalhados, os bandidos decidiram abandonar a vítima e fugiram pela SC-303 com uma moto sentido Luzerna/Ibicaré.

     A Polícia Rodoviária Estadual foi comunicada do fato, mas não conseguiu localizar a dupla.


Fonte: Radio Catarinense

Herval D’Oeste - Homem está desaparecido no Rio do Peixe.

  Por volta das 15hs desta quarta-feira a Central de operações do Corpo de Bombeiros, com sede em Herval D”Oeste, foi comunicada que uma pessoa teria se afogado no Rio do Peixe. Testemunhas que passavam pelas proximidades do ocorrido,  quase em frente a garagem da prefeitura de Herval, teriam avistado o homem desaparecendo nas águas.

       Viaturas foram até o local mencionado onde encontraram um amigo da suposta vítima. Ele informou que ambos estavam pescando e ingerindo bebida alcóolica. Quando ele decidiu buscar mais bebida, o amigo disse que chegaria antes no bar e se jogou no rio na tentativa de cortar caminho até o estabelecimento comercial. Em seguida ele teria submergido e não retornado mais a superfície. As buscas ao suposto corpo serão retomadas nesta quinta-feira. O nome da pessoa não foi repassado à imprensa.


Fonte: Radio Catarinense

Chuva de granizo em Joaçaba

Por enquanto não há registros de prejuízos causados pela chuva

Por volta das 14:45 desta quarta-feira uma forte chuva de granizo atingiu os bairros da cidade alta em Joaçaba. No bairro Anzolin o granizo chegou a se acumular nos cerca de 5 minutos em que as pedras caíram continuamente.

No Centro de Joaçaba, em Herval d´Oeste e no município de Luzerna também houve queda de granizo.

Não há registros de prejuízos.

Fonte: ederluiz.com 

A luta de Cauê pela vida. Ele espera por um coração

Menino de Concórdia e sua mãe viram exemplo na luta pela vida. Cauê espera por um coração em coma induzido no InCor em São Paulo


A luta de uma mãe de Concórdia, que espera por um transplante de coração para seu filho, de apenas 2 anos e 4 meses, ganhou destaque através do portal da revista Época. Viviane Suzin, mudou toda a sua vida para São Paulo, onde Cauê aguarda há 40 dias na UTI, sedado e entubado, por um coração que possa mudar seu destino.

A matéria completa, escrita pela jornalista Cristiane Segatto, você confere abaixo:

Mara é presbiteriana. Viviane é católica. Mara é zootecnista. Viviane, corretora de imóveis. Mara vive em Uberaba, Minas Gerais. Viviane é de Concórdia, Santa Catarina. Nenhuma semelhança aparente. O encontro improvável dessas duas mulheres aconteceu graças à imprevisibilidade da vida. Essa que, teimosamente, tentamos controlar.

Numa experiência extrema, elas descobriram que têm muito em comum. As duas acreditam em Deus. As duas se desdobram para equilibrar a vida familiar e a vida profissional. As duas são da mesma geração – aquela que na infância ouvia As Frenéticas e na juventude se emocionava com a reconquista do direito de votar para presidente. As duas são mães que não aceitaram sentar ao lado dos filhos na UTI e apenas esperar.

Mara Bizinotto, 41 anos, e Viviane Suzin, 37 anos, conheceram-se no Instituto do Coração (InCor), em São Paulo. A filha de Mara (Mariana, 3 anos) e o filho de Viviane (Cauê, 2 anos e quatro meses) tiveram uma doença no músculo cardíaco. Crianças ativas, lindas, aparentemente saudáveis receberam, de uma hora para outra, um diagnóstico sombrio. O coração tornara-se incapaz de bombear o sangue normalmente. Só um transplante poderia salvá-las.

Foram muitas as perguntas que as duas fizeram – em voz alta e em silêncio. O que provocou a doença? Qual descuido durante a gravidez? Que deslize nos primeiros meses? Onde falharam? Nem o conforto de uma relação de causa e efeito bem determinada essas mães puderam ter. A causa da doença é desconhecida. Aconteceu. E ponto.

Mara e Viviane pegaram os filhos no colo, deixaram casa e trabalho para trás e se mudaram para São Paulo. Alugaram apartamento nas redondezas do hospital e passaram a viver de esperança. No hospital, perceberam que podiam se ajudar. Quando uma estava no fundo do poço, a outra ainda conseguia oferecer a mão, o braço, o ombro.

Há muitos anos ouço histórias de quem luta pela vida. Esse é o meu trabalho. Sempre me pergunto de onde vem a força das mães. De algum lugar ela vem, e costuma se traduzir num senso prático impressionante. As mães se enchem de energia para fazer com que as coisas funcionem. Não aceitam a imobilidade.

Durante seis meses, Mara esperou pelo coração que poderia salvar Mariana. Descobriu que a maioria das crianças morre na fila. Com a ajuda de uma agência de publicidade, criou uma corrente de emails e postou no Facebook um apelo pela doação de órgãos de crianças. Distribuiu em hospitais planfletos com as fotos de Mariana e Cauê e falou da importância da doação a quem quisesse ouvir. “Precisava ter a certeza de que fiz tudo o que podia”, diz Mara.

Coincidência ou não, o novo coração de Mariana chegou alguns dias depois. A menina ainda está na UTI, mas se recupera bem. Com os parâmetros de saúde dentro do previsto, já comeu mingau de aveia e biscoito e tomou leite. Agora passará por um longo acompanhamento e precisará de cuidados especiais para evitar que o órgão seja rejeitado. “Deus é soberano. Fico feliz que Ele tenha escolhido para a Mariana o caminho que eu desejava”, diz Mara.

Numa UTI, a solidariedade também precisa ser intensiva. É o que aprendem as mulheres que passam longos meses cuidando de um filho num ambiente inóspito. A união que essas mulheres conseguem construir torna mais leve a carga que precisam suportar. Demonstrações de apoio vêm de todos os lados.

ESPERANÇA

Mariana, 3 anos, filha de Mara, fez o transplante na semana passada.
Quando o intestino da filha deixou de funcionar bem, semanas antes do transplante, Mara foi surpreendida pela voluntária que trouxe do Ceasa uma caixa de frutas que poderia ajudar. “É muito carinho”.

Mara continua em campanha pelo coração de Cauê e de outras crianças e adolescentes que estão na mesma situação. No momento em que escrevo esta coluna, há seis pacientes (de 0 a 17 anos) esperando por um coração no grupo pediátrico do InCor. “Historicamente, entre 50% e 70% dos pacientes morrem antes de conseguir o transplante”, diz Marcelo Jatene, diretor da unidade de cirurgia cardíaca pediátrica do InCor.

Em duas décadas, o hospital realizou 103 transplantes em 100 pacientes (alguns precisaram passar por um retransplante). Dez anos depois da cirurgia, 70% dos pacientes estão vivos. Em 15 anos, 65%.

Os dados da Associação Brasileira de Transplantes de Órgãos (ABTO) não são animadores. No Brasil, houve 17 transplantes nessa faixa etária em 2010. Um pouco menos que nos anos anteriores: 18 (2009), 19 (2008), 20 (2007). Dos transplantes realizados no ano passado, nove foram feitos em São Paulo, dois no Paraná, dois no Rio Grande do Sul, um no Ceará, um no Distrito Federal, um em Pernambuco e um no Rio de Janeiro.

No grupo de Mariana e Cauê (a faixa dos 0 a 5 anos), a situação é ainda mais dramática. Em 2007, houve 11 transplantes no Brasil. De lá para cá, o número de cirurgias caiu. Oito (em 2008), quatro (em 2009) e apenas duas (em 2010).

“Temos menos órgãos disponíveis para as crianças de 0 a 5 anos”, diz Jatene. “Não sei se é porque morrem menos crianças dessa idade ou se há menos estrutura pediátrica para cuidar adequadamente dos possíveis doadores.”

Esse é um ponto crucial em qualquer transplante – pediátrico ou adulto. Quando a pessoa sofre morte cerebral, os órgãos só podem ser aproveitados se o doador receber os mesmos cuidados que um paciente com chances de voltar para casa receberia. O doador precisa ser mantido numa UTI, receber hidratação, medicação e até sangue se for preciso.

Enquanto a regra nacional for a escassez de UTIs e cuidados – para os vivos e para os mortos – os transplantes não podem avançar. No caso das crianças, há outro complicador. “Quando uma criança pequena morre, as famílias relutam um pouco mais em doar os órgãos”, diz Estela Azeka, cardiologista do programa de transplante cardíaco do InCor. “Como os pequenos morrem em quedas, acidentes domésticos ou atropelamentos, muitos pais se sentem culpados e não conseguem doar os órgãos”, afirma.

A morte inesperada de uma criança subverte a ordem natural das coisas. É injusta, inaceitável, chocante sob qualquer ponto de vista. Nenhuma família deveria passar por isso, mas fatalidades acontecem. Diante da perda, os pais e as mães que optam pela doação acreditam que o filho estará vivo, de alguma forma, se puder permitir que outras vidas prossigam.

O que mantém Viviane em pé é a esperança de encontrar uma família capaz desse ato de generosidade. Cauê precisa de um doador compatível, com peso entre 10 e 30 quilos. O estado dele é muito grave. O músculo cardíaco dilatou demais e não é capaz de trabalhar adequadamente. Na lista de espera, Cauê está em situação de prioridade.

Numa terça-feira de manhã, ele brincava com um violãozinho no apartamento alugado em São Paulo. Viviane e o marido correram para o InCor quando perceberam que ele estava ficando roxo. Sofreu uma parada cardíaca. “Entrei em desespero quando os médicos disseram que não estavam conseguindo reanimá-lo”, diz Viviane. “Ainda assim, eles disseram que continuariam tentando por uma hora.” Funcionou.

Há 40 dias na UTI, sedado e entubado, Cauê tem uma única chance. “Não desejo que a vida de uma criança termine para que meu filho possa viver”, diz Viviane. “Mas peço a Deus que toque o coração dos pais que acabaram de sofrer uma perda.”

Desde que a campanha começou, as mães receberam inúmeras mensagens de apoio do Brasil e do Exterior. Cada um ajuda com as palavras que pode. Elas fazem diferença. Quem quiser levar essa mensagem adiante, espalhe o link deste texto ou entre em contato com Viviane (vivisuzin@hotmail.com).

“Nessa luta pelo transplante do Cauê descobri que há muita gente boa no mundo”, afirma Viviane. Eternamente agradecida pela doação que a filha recebeu, Mara concorda. “Isso é uma escola de vida”, diz. “Vou sair daqui muito melhor do que entrei.”

Eu também. É exatamente o que sinto quando, a cada reportagem, tenho o privilégio de conhecer gente assim.

Conheça o perfil de Viviane no Facebook: http://www.facebook.com/s...535967116244137

Matéria extraída da página da Revista Época na internet : http://www.revistaepoca.g...AES+DE+UTI.html

Dicas do pós-vendas para seu carro estar sempre novo

Fique antenado aos detalhes que fazem a diferença após a compra do seu automóvel


 Ter um carro zero quilômetro na garagem está ficando cada vez mais fácil para os brasileiros. Tão importante quanto comprar um carro é saber o que fazer com ele, isso por que, além de dirigi-lo as pessoas precisam saber as necessidades e os limites que o carro suporta. Pensando nisso procuramos profissionais desta área, afinal, são eles os verdadeiros anjos da guarda dos nossos possantes. O resultado você confere a seguir, em uma série de dicas bem interessantes explicadas pelos profissionais da Carboni Fiat aqui de Joaçaba.

Garantia

Resolvemos colocar a garantia em primeiro lugar, porque ela é fundamental no caso de algum problema de fábrica. É bom prestar atenção no modelo do seu carro e no manual, pois algumas montadoras podem ter especificações diferentes das que apresentaremos aqui. O que é comum para todas as marcas, no quesito garantia, é manter seu veículo original.
Você só pode instalar equipamentos que são reconhecidos e recomendados pela fabricante do automóvel. Tudo para evitar que sejam instalados equipamentos incompatíveis com os sistemas elétricos, mecânico ou estruturais do carro, o que poderá levar a sérios problemas. Com relação a duração da garantia, na Fiat é de 1 ano, sem limite de quilometragem na maioria dos modelos, mas alguns modelos de maior volume como o Fiat Linea possuem uma garantia de até 3 anos.

Revisões periódicas

Geralmente há um limite para rodar com o carro até fazer algumas verificações. Preste atenção e leve seu veículo até a concessionária quando este limite for atingido. O que geralmente acontece é uma troca de óleo e filtros, verificações de componentes feitos de borracha – que podem ressecar com o tempo – entre outros itens que além de garantir a segurança, são imprescindíveis para uma vida útil elevada. Para que você tenha uma idéia de preço das revisões, usemos o Fiat Uno Mille, que tem um custo de R$ 260,00 reais nos primeiros 15.000 km.

Condições Severas

Tão importante quanto estar atento aos limites de quilometragem, é prestar atenção nas condições em que o veículo é utilizado. O limite de quilometragem para as revisões cai pela metade se você roda com seu carro por estradas lamacentas ou empoeiradas. Veículos de carga ou reboque também exigem revisões mais frequentes.

Custo Benefício

É de comum entendimento que o preço praticado pela concessionária e pelas oficinas de terceiros são diferentes em alguns casos. A grande questão envolvida tem relação com a forma como são realizados os serviços. Na concessionária Fiat, por exemplo, serviços e algumas peças têm um ano de garantia, ou seja, caso o problema do veículo não seja solucionado na primeira intervenção, ou caso a peça quebre, os reparos são refeitos e o proprietário do veículo não precisa pagar nem peça nem mão de obra. Numa oficina terceirizada isso não ocorre. A Fiat inclusive atende o cliente e disponibiliza esta garantia para toda a sua rede de concessionários. Imagine estar em outro estado e seu carro apresentar uma falha.

O gerente de pós-vendas da Carboni Fiat aqui de Joaçaba, Vianei Pigozzo, explica que muitos clientes preferem os serviços feitos na concessionária e não abrem mão das peças originais. “O cliente sabe da garantia dos serviços e peças Fiat e, além disso, preza pela comodidade de poder agendar o serviço antecipadamente por telefone ou pelo nosso site, e ainda, não se preocupa em levar o carro e buscá-lo, já que fazemos tudo isso por ele”, explica Vianei.
Após toda essa conversa, fica claro. É preciso atenção em todos os detalhes do seu carro. Qualquer barulho diferente ou sinal de comprometimento podem significar um problema. Manter o veículo em bom estado é o princípio básico para garantir economia, segurança e tranquilidade, para você e sua família. Pense nisso!

Fonte: ederluiz.com 

quarta-feira, 27 de julho de 2011

Cães esperam novo lar

Eles pertencem a uma policial civil que foi baleada e está internada em Joaçaba




No começo deste mês o ederluiz.com mostrou a situação de cães que pertencem a policial civil que foi vítima de uma tentativa de homicídio na cidade de Papanduva no mês de junho. Ela ainda está no hospital e já passou por quatro cirurgias, a recuperação deve ser demorada e os animais precisam ser doados, pois existe dificuldade em mantê-los.

Entramos em contato com a policial Sílvia Biazotto, que enviou a história para o site. Ela confirmou que dos 23 animais que eram mantidos pela colega, a maioria recolhidos na rua, 11 já foram doados após o primeiro apelo.

Segundo Silvia, a situação se complica mais a cada dia para os 12 que ainda estão a espera de um novo dono. “Os cães estão bem deprimidos, e se alimentam mal. Eles sentem muito a falta da Patrícia, é como se tivessem ficado sem os pais. Por isso precisamos que as pessoas nos procurem para adotar os animais. Para manter eles na casa também não esta fácil e mesmo que a Patrícia tenha alta, o que vai demorar, ela ficará com seqüelas”.

A policial Patrícia está internada no Hospital Universitário Santa Terezinha de Joaçaba. Ela levou um tiro na cabeça disparado pelo ex-marido, policial militar, que se suicidou. Patrícia passou por quatro cirurgias, a última na semana passada. Segundo os médicos ela ficará com seqüelas e a recuperação levará no mínimo dois anos. A policial tem dificuldades para falar e o lado direito do corpo tem os movimentos muito limitados.

Quem quiser adotar um dos cães pode entrar em contato com a Silva pelo telefones: ( 49) 9980-0080 e (49) 3522-1565. Ou ainda pelo e-mail: amigosdosanimais@brturbo.com.br.

Se alguém, de qualquer município de Santa Catarina, quiser adotar o transporte será feito gratuitamente.

Fonte: ederluiz.com 

Coperio e Copérdia estão individadas

Números preocuparam associados da Coperio de Joaçaba. Assembléia da Copérdia ainda não aconteceu

Associados da Coperio ficaram preocupados com o tamanho da dívida da cooperativa, os números foram apresentados nesta terça-feira, 27, em Joaçaba, durante a assembléia que decidiu pela fusão com a Copérdia, de Concórdia.

A dívida á curto prazo é de R$ 110 milhões, a maior parte adquirida após a compra de uma cooperativa no Norte do Estado. A situação se agravou mais nos último dois anos, quando segundo as explicações apresentadas por representantes da Organização das Cooperativas de Santa Catarina(OCESC), a Coperio também não teve condições de superar principalmente as crises nos preços dos suínos e grãos.

Os associados que se manifestaram durante a assembléia no CPJ fizeram duras críticas a forma como as informações foram repassadas, a maioria disse não saber que a crise era tão profunda. O conselho fiscal da cooperativa também foi muito cobrado, por aprovar normalmente as contas com os prejuízos que vinham se acumulando.

Diante do quadro a idéia da fusão foi aprovada pela maioria dos presentes. O presidente da Coperio, Décio Sonaglio, afirmou que era realmente a melhor alternativa, já que o plano vinha sendo estudado há alguns meses.

“Estamos em busca de alternativas para enfrentar as dificuldades financeiras que a Coperio enfrenta desde o final do ano passado, e também a dificuldade de sustentação da cooperativa daqui para frente”.

Sobre outro questionamento dos associados, que queriam saber onde ficaria a sede da cooperativa, Sonáglio disse que esta é uma situação secundária e indefinida. “Isso é algo que vai ficar para depois da aprovação das assembléias das duas cooperativas”.

Nesta quarta-feira, representantes da Coperio e OCESC estão em Concórdia para debater internamente as estratégias para convencer os associados da Copérdia a optar pela união. A assembléia geral irá ocorrer somente no dia 3 de agosto, porém alguns encaminhamentos precisam ser tomados no sentido de evitar qualquer situação desconfortável. Os números precisam ser levados ao conhecimento dos produtores de forma clara, para que a união seja aprovada.

A realidade mostra que tanto a Coperio, quanto a Copérdia não estão em uma situação confortável. As duas cooperativas juntas somam quase R$ 6,5 milhões de prejuízos somente no primeiro quadrimestre do ano. A Coperio lidera com prejuízo de R$ 5,5 milhões e a Copérdia com R$ 939 mil. Entretanto, a união poderia criar a segunda maior cooperativa do estado, com produção estimada de 4 milhões de sacas de grãos.

Site do ederluiz.com antecipou com exclusividade qual era o valor da dívida da Coperio

A informação de que a dívida da Coperio passava da casa dos R$ 100 milhões foi antecipada com exclusividade  no ederluiz.com em 27/04/2011( http://www.ederluiz.com/a...=12&id=1546 ). Na época a informação foi tratada como inverídica, ou, “pura especulação”, mas passados três meses ela se confirma através das palavras dos representantes das cooperativas que se reuniram em Joaçaba.

O fato só mostra o compromisso com a verdade que o portal tem mostrado nestes sete meses no ar. O que se refelete na confiança de mais de um milhão de leitores, número completado nesta semana.

Fonte: ederluiz.com 

Unoesc disputa sete modalidades nos JUCs


Iniciaram nesta terça-feira, na Unisul em Tubarão, os 55º Jogos Universitários Catarinenses (JUCs) promovidos pela Federação Catarinense do Desporto Universitário (FCDU) com o apoio da Fundação Catarinense do Esporte (Fesporte). Até o próximo sábado, cerca de mil atletas, estudantes de instituições de ensino superior de Santa Catarina, disputarão os títulos de oito modalidades esportivas e a chance de representar o Estado nos Jogos Universitário Brasileiros, que serão realizados em novembro, em Campinas (SP).

A Unoesc está representada no vôlei, no handebol, no basquete e no futsal masculinos, no judô, no atletismo e na natação, sendo nestas três últimas modalidades tanto no naipe feminino quanto no masculino. A delegação é formada por atletas dos quatro Campi da Instituição (Joaçaba, Videira, São Miguel do Oeste e Xanxerê) e da Unidade de Chapecó.

As equipes partiram ontem para Tubarão com a expectativa de superar os resultados já alcançados na edição anterior das Olimpíadas Universitárias Catarinenses, em que conquistaram o tricampeonato no basquete, no handebol e no vôlei masculinos, o segundo lugar no futsal masculino, o segundo lugar geral no judô e a terceira colocação na natação feminina, colocando a Unoesc em 5º lugar no Troféu Eficiência.

“A Unoesc, valendo-se dos atletas de todos os seus Campi, consegue reunir atletas de potencial e formar equipes representativas, que treinaram especificamente para o evento e estão bem preparadas. Esperamos classificar o maior número possível de modalidades e atletas para os JUBs”, diz a professora Elisabeth Baretta, que auxilia a delegação chefiada pelo professor Edmar de Oliveira Pinto, coordenador do Curso de Educação Física do Campus de Joaçaba.

Fonte: Informaoeste + Pauta

Colisão na BR-153








O motorista David Simioni, 80 anos, sofreu ferimentos de média gravidade em acidente registrado no início da manhã de hoje (27/07) na BR-153, no trevo de acesso a comunidade de Pinhal.

Foi uma colisão entre Parati, placas LYC-4258 e carreta Iveco, placas MFI-5820, ambos de Concórdia. De acordo com as informações, o carro teria invadido a preferencial e foi colhido pela carreta.

O condutor da Parati ficou preso nas ferragens e foi socorrido pelo Corpo de Bombeiros. A vítima foi encaminhada ao Pronto Socorro do Hospital São Francisco.O motorista da carreta, Roberto Gasperini, nada sofreu.

Fonte: Rádio Aliança 

Defesa Civil repassa R$ 100 mil para Campos Novos

Defesa Civil repassa R$ 100 mil para Campos Novos

A Secretaria de Estado da Defesa Civil (SDC) repassou para o município de Campos Novos, atingido por vendaval na semana passada, o valor de R$ 100,5 mil para a compra de 10 mil unidades de telhas e 1.500 unidades de goivos. Segundo informações da defesa civil municipal, os ventos de 127 km/h (fonte Ciram/Epagri) atingiram 400 residências e duas edificações públicas na noite da última quarta-feira (20). No total, 16 mil pessoas foram atingidas e o serviço de energia ficou prejudicado. O município ainda informou que para reparar os estragos serão necessários 60 dias. A Prefeitura estima R$ 400 mil de prejuízo, principalmente no prédio da Prefeitura, o mais atingido pela tempestade. Não tiveram desalojados nem desabrigados. 

Fonte: Rádio Capinzal 

Videira participa e abre Festival Gastronômico da Rota da Amizade

 A Secretaria Municipal de Turismo e Cultura de Videira, através de seus núcleos de Turismo, Cultura e Museologia já está marcando presença no 1º Festival de Gastronomia e Folclore dos municípios associados a Rota da Amizade Convention & Visitors Bureau. O evento foi aberto na manhã desta terça-feira (26) e prossegue até a quinta-feira (28), junto com XII ENFRUTE - Encontro Nacional Sobre Fruticultura de Clima Temperado, no município de Fraiburgo.



No stand de Videira, as rainhas do Pálio do Vinho, da Vindima e do Festival do Vinho dão as boas- vindas aos visitantes que durante o evento podem apreciar um pouco mais da cultura do município, com apresentações musicais, além da culinária típica italiana e a degustação de vinhos da região. O Festival oferece ainda cursos e oficinas de aperfeiçoamento nas áreas de turismo, gastronomia e artesanato, além das delícias culinárias. De acordo com o secretário de Turismo e Cultura - Clemir Schmitt, a participação de Videira no Festival de Gastronomia e Folclore da Rota da Amizade é mais uma demonstração da reinserção do município no contexto turístico regional. “Um dos compromissos da administração de Wilmar Carelli e Dr. Jorge era exatamente reinserir Videira no mapa turístico do Estado e isto está acontecendo na prática”, afirma.



Segundo a diretora do Núcleo de Cultura - Iliana Schüler, a participação de Videira no evento é de suma importância, pois sela a parceria com vinícolas do Vale da Uva e do Vinho e colabora para a divulgação da qualidade dos vinhos produzidos na região. “Este produto é muito importante para o desenvolvimento turístico e cultural em nossa região, por isso Videira optou por representá-lo neste festival”, afirma.



O setor turístico também está sendo beneficiado com o a realização do Festival. Através dele está sendo possível promover a integração regional dos municípios que compõem o Vale da Uva e do Vinho para articular um enoroteiro ( roteiro dos vinhos), que segundo Yuri Hentz, coordenador do Núcleo de Turismo, é essencial para a região.



Silvia Palma

Assessora de Comunicação PMV

Associados da Coperio aprovam fusão com a Coperdia

Decisão foi tomada na tarde desta terça em Joaçaba






Começou por volta das 14h desta terça-feira, 26, no CPJ em Joaçaba, a assembléia que tratou sobre uma possível fusão da Coperio de Joaçaba, e da Coperdia, de Concórdia.

Associados da Coperio vieram de várias partes da região para acompanhar as explicações que apontavam para a fusão, incorporação, ou desmembramento da cooperativa. Foram apresentados pelo representante da Organização das Cooperativas de Santa Catarina (Ocesc), os pontos positivos e negativos do processo.

Logos após as explicações os associados puderam questionar sobre a fusão e também, de certa forma, desabafar sobre a situação. A maioria se mostrou indignada por a situação ter chegado ao ponto de um crise tão grande na Coperio. Todos exigiram explicações da atual diretoria e também do conselho fiscal, que na opinião dos associados, teriam sido omissos, ou ainda , escondido o quadro que se agravava cada vez mais.

Um dos ex-presidentes da Coperio, José Zeferino Pedroso, pediu a palavra e solicitou calma aos presentes, além de falar sobre a importância de se buscar uma solução que mantenha a identidade da cooperativa.

A votação terminou com a aprovação por maioria da proposta de fusão.

Com a fusão, as marcas Coperio e Coperdia não deixarão de existir, essa foi uma das garantias dadas aos associados.

Saiba o que os associados analisaram

Pontos Positivos e Negativos da Fusão( Fonte-Ocesc)


Negativos:

Endividamento elevado
Redução de custos e despesas – exigirá desgastes
Instalações precárias (Norte)
Dificuldades de definições institucionais ( conselhos)
Reestruturações de área de ação e logística

Positivos

Nova Cooperativa de 700mi(Segunda maior do Estado)
Segunda maior cooperativa junto a Aurora
Credora de apoios da Aurora e Ocesc
Potencial futuro em relação aos frigoríficos de Joaçaba e de um futuro no norte
Apoio de instituições financeiras – BRDE
Gestão profissionalizada na nova cooperativa
Elevação da produção (grãos e leite)
Potencial para geração de resultados 

Fonte: ederluiz.com

terça-feira, 26 de julho de 2011

Família é feita refém por bandidos em Campos Novos

Criminosos agiram de forma muito violenta e levaram uma grande quantia em dinheiro e jóias

Cinco pessoas passaram momentos de pânico e violência na noite desta segunda-feira, 25, na cidade de Campos novos. Eles foram rendidos por um grupo de bandidos fortemente armados, que chegaram a agredir uma das vítimas com uma coronhada na cabeça. Uma grande quantia em dinheiro, euros, dólares, reais e jóias foram levados pelos criminosos.

Tudo aconteceu por volta das 20:30h, na Rua Caetano Carlos, Bairro Santa Mônica. Os cinco bandidos armados com revólveres e pistolas entraram na residência do médico Riscala Fadel, de 76 anos, no momento em que a família estava em casa. Foram rendidos, além do médico, sua esposa, de 74 anos, a filha, de 47, a neta, de 17 anos, e a empregada, de 65 anos.

Os homens estavam com os rostos cobertos por toucas, e aparentavam estar bem vestidos. Segundo as vítimas, eles teriam sotaque de moradores da região litoral do estado. Os bandidos queriam todo o dinheiro da casa. Da carteira do médico retiraram R$ 2.000,00, e após encontraram um cofre, de onde foram levados R$ 15 mil, 4 mil dólares, 500 euros e várias jóias, entre elas, ouro e prata. Os bandidos levaram ainda os passaportes do médico e da esposa.

Uma das vítimas conseguiu ligar para a Polícia Militar de dentro da casa. Chegando em frente da residência os policiais encontraram o portão fechado. Os bandidos perceberam a movimentação e gritaram que tinham reféns. Após alguns minutos aguardando, as vítimas avisaram que os ladrões haviam fugido pela porta dos fundos da residência, que dá acesso a um terreno baldio, a BR-470 e aos bairros Integração e Aparecida. Imediatamente foram iniciadas buscas, mas os bandidos não foram localizados.

Na casa a polícia encontrou uma sacola contendo vários “miguelitos”, pregos retorcidos para furar pneus, um pé de cabra, uma chave de fenda, um alicate grande para cortar cadeado e cintas plásticas para amarrar as vítimas.

O médico Riscala Fadel foi conduzido ao Hospital Doutor José Athanásio, pois, foi atingido por uma coronhada na cabeça. Ele permanece em observação.
Fonte: ederluiz.com

Herval Fora

BRF confirmou através de comunicado as unidades que serão vendidas

A BRF confirmou oficialmente na manhã desta terça-feira, 26, por meio de um comunicado, quais unidades serão vendidas, seguindo a determinação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE). Conforme o ederluiz.com havia informado ainda ontem, a unidade de Herval d´Oeste não consta das que serão vendidas, mas os frigoríficos de Salto Veloso e Lages serão negociados.

Confira o comunicado

COMUNICADO AO MERCADO: ALIENAÇÃO DE ATIVOS

A administração da BRF – Brasil Foods S.A. (“BRF” ou “Companhia” – Bovespa: BRFS3; NYSE: BRFS) vêm a público informar, nos termos da Instrução CVM nº 358/02 e do §4º do art. 157 da Lei nº 6.404/76, e em complemento às informações divulgadas no Fato Relevante datado de 13 de julho de 2011, que está contemplado no Termo de Compromisso de Desempenho (“TCD”), acordado com o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (“CADE”), as unidades industriais constantes do “item 1 b” do Fato Relevante, conforme segue: (i) venda integral das unidades industriais: São Gonçalo dos Campos (BA), Bom Retiro do Sul (RS), Lages (SC), Salto Veloso (SC); Duque de Caxias (RJ), Santa Cruz do Sul (RS), Três Passos (RS) e Brasília (DF); (ii) venda parcial de operações das unidades industriais de: Carambeí (PR) e Várzea Grande (MT); (iii) Equipamentos Industriais: Valinhos (SP).

Informamos que os impactos relativos a esta alienação já foram demonstrados e mensurados no item 5 do fato relevante divulgado pela BRF em 13.07.2011. 

Fonte: ederluiz.com 

Polícia Civil prende homicida em Joaçaba

Homem era procurado por crime cometido em Florianópolis

A Polícia Civil, através da Divisão de Investigação Criminal (DIC) de Joaçaba, deu cumprimento ao Mandado de Prisão Preventiva expedido em desfavor de Daniel da Silva, nesta sexta-feira (22), em Joaçaba.

No momento da abordagem, o suspeito apresentou uma carteira de identidade em nome de outra pessoa, mas os policiais conseguiram fazer a identificação do suspeito. Silva possui Mandado de Prisão por ter assassinado sua ex-esposa no ano de 2008, em Florianópolis.

O suspeito foi preso e conduzido a Delegacia de Polícia de Joaçaba.

Fonte: ederluiz.com 

Mutirão Carcerário em SC resulta na liberdade de quase 1,5 mil presos

Índice representa quase 10% da massa carcerária catarinense

O 1º Mutirão Carcerário de Santa Catarina, realizado de 13 de junho a 13 de julho em penitenciárias e presídios do Estado, resultou na liberação de 1.491 presos, em índice que representa quase 10% da massa carcerária catarinense de 15 mil homens. No total, além das solturas, foram concedidos ainda 1.114 outros tipos de benefícios, notadamente progressão de regime.

Os dados foram divulgados em cerimônia realizada na Presidência do Tribunal de Justiça, em Florianópolis, pelo juiz auxiliar do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), Luciano Losekan. Ele ressaltou, entretanto, que 7.123 processos de execução penal e de prisão provisória foram mantidos, por estarem em situação de completa regularidade. Na área específica de execução penal, aliás, 97,62% dos 7.914 processos analisados apresentavam tramitação regular no momento da aferição.

O mutirão, realizado sob a coordenação conjunta do CNJ e da Coordenadoria de Execução Penal, Infância e Juventude (Cepij) do TJ, contou com a colaboração de magistrados, promotores, advogados, defensores públicos federais e servidores, e atingiu 53% da massa carcerária em Santa Catarina.

Para Losekan, os problemas detectados passam pela necessidade de melhor organização nas unidades judiciais responsáveis pela execução penal, e também pela uniformização das rotinas dos magistrados que trabalham com a massa carcerária. Em relação aos presídios vistoriados neste período, o juiz fez também críticas pontuais sobre a administração penal no Estado, de competência do Poder Executivo, com relatos sobre tratamento desumano em relação aos presos e, inclusive, prática de tortura.

Por outro lado, ele elogiou o sistema de informatização do Judiciário catarinense - “que precisa apenas ser melhor alimentado” - e o apoio que a Corregedoria-Geral de Justiça (CGJ) presta aos conselhos da comunidade. O magistrado também apontou a necessidade imediata da criação e implantação da Defensoria Pública em Santa Catarina. Ele entregou o documento final com as conclusões e os números estatísticos ao presidente do Tribunal de Justiça, desembargador José Trindade dos Santos.

“Mais que resultados pontuais, o importante é realmente aproveitar este trabalho para implantar novas metodologias, para que nossas varas de execução cumpram com seu papel”, comentou o presidente. Para Trindade dos Santos, fundamental também é encontrar o magistrado vocacionado para assumir tal missão – fato muitas vezes dificultado pelos critérios de promoção, que alternam merecimento com antiguidade. Ele adiantou que, com base no relatório do CNJ, já determinou à Cepij, sob o comando do juiz Alexandre Takaschima, que inicie os trabalhos para superar as dificuldades apontadas.


Dados do 1º Mutirão Carcerário de SC

Período de Realização: 13 de junho a 13 de julho

Nº Processos Analisados : 11.792

Deste total (11.792), 7.914 eram processos de execução penal - cumprimento de pena, sendo que 97,62% deles estavam regulares.

Benefícios Concedidos: 2.605

Tipos de benefícios concedidos:

1.491 solturas, sendo 1.087 de presos condenados que já podiam estar soltos e eram mantidos presos e 404 de presos provisórias que aguardavam julgamento e vão responder ao processo em liberdade

1.114 progressões de regime (de fechado para semi-aberto, de semi-aberto para albergue, etc)

Execuções Penais Mantidas: 3.649

Prisões Provisórias Mantidas: 3.474
Fonte: ederluiz.com

Em meio a discussão por sede, Coperio realiza assembléia

Fusão com a Coperdia estrá em discussão nesta terça

“Isso para nós é secundário. Dentro dos dois conselhos é que vai se discutir essa questão”. Assim resumiu o presidente da Coperio, Décio Sonaglio, sobre a manifestação na imprensa do presidente da Coperdia, Valdemar Bordignon, acerca da futura sede da cooperativa resultante da união entre as duas empresas.

Para Sonaglio, a questão da sede não está em discussão no momento. Ele considera um posicionamento reivindicatório justo por parte de Bordignon. “Esse assunto no grupo técnico é algo que vem posterior, após aprovação das assembléias sobre a união das duas cooperativas, com o grupo técnico da Ocesc (Organização das Cooperativas do Estado de Santa Catarina).

Sonaglio garante que por enquanto se trata apenas uma posição do presidente da Coperdia. “O conselho da Coperio está trabalhando nessa tentativa de união, com objetivo de preservar os associados e preservar o desenvolvimento dos negócios com uma cooperativa forte que vai dar o respaldo que eles precisam, esse é o maior objetivo”.

O presidente da Coperio destaca que hoje acontece a assembleia com os associados no CPJ, a partir das 14h, com a presença de membros da Ocesc. No encontro eles estarão apresentando detalhes das conversações sobre a união. Nele deverá sair a decisão por parte da Coperio.
Fonte: Michel Teixeira

Unoesc abre processo seletivo para concessão de bolsas integrais

As inscrições para concorrer a uma vaga gratuita poderão ser feitas até o dia 3 de agosto

A Universidade do Oeste de Santa Catarina (Unoesc) abriu novo processo seletivo para concessão de bolsas de estudo integrais custeadas com recursos do Fundo de Desenvolvimento Social (Fundosocial) do Estado de Santa Catarina e pela própria Universidade a título de gratuidade.

A novidade desta edição é que não apenas pessoas que cursaram o Ensino Médio em escola pública ou particular com bolsa de estudo podem fazer uso do programa e estudar gratuitamente na Unoesc, mas qualquer pessoa que tenha realizado essa etapa da Educação Básica em Santa Catarina e corresponda aos demais critérios previstos nos editais que regem o processo seletivo: ser brasileiro; não portar diploma de curso superior; apresentar incapacidade de pagamento dos seus estudos e renda bruta familiar per capita (por cada pessoa da família) de até 1,5 salário mínimo mensal (atualmente R$ 817,50).

As inscrições para concorrer a uma vaga gratuita poderão ser feitas até o dia 3 de agosto no Serviço de Apoio ao Estudante (SAE) de Cada Campus, Campus Aproximado ou Unidade, mediante ao preenchimento de uma ficha de inscrição que também está disponível no site da Unoesc, anexa aos editais, e à apresentação de uma série de documentos também especificados nos editais.

A seleção dos candidatos inscritos considerará a média aritmética entre as notas obtidas, pelo candidato em todo o ensino médio, conforme constar no histórico escolar.

Para obter mais informações basta acessar os editais nº 40/UNOESC-R/2011 (que se refere aos cursos disponíveis nos Campi de Joaçaba, Videira e Xanxerê, nos Campi Aproximados de Campos Novos e Capinzal e na Unidade de Chapecó) e nº 22/VR-SMO/PROACAD/2011 (referente ao Campus Aproximado de Maravilha). Ambos estão disponíveis na seção de publicações legais do site da Unoesc.

Quadro de vagas

CAMPUS DE JOAÇABA
Administração – Campos Novos
Administração – Capinzal
Administração linha de formação em Comércio Exterior – Joaçaba
Educação física – Joaçaba
Fisioterapia – Joaçaba
Pedagogia – Joaçaba

CAMPUS DE VIDEIRA
Administração – Videira
Ciências Contábeis – Videira
Curso Superior de Tecnologia em Design Interiores – Videira
Direito – Videira

CAMPUS DE XANXERÊ
História – Xanxerê
Letras – Xanxerê
Curso Superior de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de
Sistemas – Xanxerê

CAMPUS DE SÃO MIGUEL DO OESTE
Pedagogia – Maravilha

UNIDADE DE CHAPECÓ
Curso Superior de Tecnologia em Gestão Comercial – Chapecó
Fonte: Bruna Santos de Andrade

Catanduvas - Ladrões usando bicicletas assaltam lotérica

Ação aconteceu no sábado

Ladrões usando bicicletas praticaram um assalto na lotérica Bucco de Catanduvas. A ação aconteceu no último sábado, dia 23, por volta das 12:30h. Segundo informações da Rádio Catanduvas FM, dois rapazes chegaram em bicicletas, possivelmente furtadas, entraram na lotérica e efetuaram o roubo. A ação dos criminosos durou aproximadamente 5 minutos, logo após fugiram em um Palio com placas de Itapema.

A policia vai analisar as imagens do circuito interno e investigar para que possa chegar até os criminosos.
Fonte: Com informações de Adriana Ribeiro/CatanduvasFM